Billi Bardot: Peituda Clitóris Quente

A sensual Billi Bardot tinha dezoito anos quando se tornou stripper. Dançou intermitentemente durante anos. Era também dona de casa e mãe. Com o tempo, Billi viu mudanças nas casas noturnas em que dançava, mudanças com as quais não se importava. "Eu dançava durante o dia enquanto as crianças estavam na escola. Então, as crianças estavam na escola e a mamãe ficava nua no clube de strip. A coisa mais importante que notei é que as garotas mais novas que apareceram meio que arruinaram o striptease", disse Billi. "Elas trabalham duro demais por um dólar. Eu não vou fazer isso. Não vou para a pista por um dólar. Não vou fazer pole dance por um dólar. Não vou tirar meu vestido por 20 dólares. Eles vinham e faziam qualquer coisa por dólares. "Eu costumava dizer a eles: 'Vocês estão dificultando demais. Não é tão difícil separar um homem do seu dinheiro.' Eu não fazia teatro. Eu me recusava. Eu era uma contratada independente. Eles não podiam me dizer o que fazer. Eu só ficava nas salas de champanhe. Eu dançava no palco quando era bem mais nova, antes das meninas estragarem o striptease." Em público, Billi geralmente se veste de acordo com a ocasião. "Existem duas Billis diferentes para sair. Tem aquela que sai com um homem que geralmente acaba sendo tão inseguro e ciumento que eu não consigo usar nada revelador. No começo, elas dizem: 'Ah, eu adoro quando você usa roupas sensuais', mas depois de um tempo, elas não gostam quando saímos e as pessoas ficam me olhando. Então, eu paro de sair com elas. "Depois tem eu saindo com minhas amigas, e aquela Billi se arruma e se exibe. Vestidos, tops decotados, macacões, o que for. Quando você sai com suas amigas, vocês se divertem e se vestem o mais bem possível." Onde quer que Billi Bardot vá em um dia qualquer, sempre tem um cara que quer ajudar. É fácil entender o porquê. "Acho que nunca precisei esperar para ser atendida", disse Billi. "Um homem está lá segurando a porta para mim, e eu digo: 'É, chego aí em dois minutos!'. Eu adoro homens que mantêm um papel masculino tradicional. Gosto que abram portas para mim. Gosto que puxem cadeiras para mim. Adoro flores. Acho que sou uma típica cidade pequena nesse sentido."