O PERIGO DE PENÉLOPE

Presa na masmorra de seu mestre, Penélope está em uma noite de devassidão nas mãos de seu guardião. Ela é mantida presa por suas mãos e pescoço em seus pés descalços na ponta de um poste curvado. Seu mestre brinca com ela e então começa os tormentos da noite com uma surra, frente e costas. Ela se contorce e vira tentando evitar os golpes pungentes. Mais adiante na noite, ela é amarrada a um banco. Sua boca é aberta e mantida pronta para acomodar seu pau. Ele usa sua boca e depois sua boceta, enfiando seu pau nela. Ela sucumbe à sua situação e desmaia em uma angústia que não é desprovida de prazeres. Ela pode sentir seus sucos fluírem. O mestre sabe que sua indiferença severa estimula a libido de sua escrava enquanto ele leva seus prazeres com ela. Nas horas finais, ele usa sua boca novamente e se esvazia através de seus lábios. Ele deixa Penélope de joelhos, na escuridão, o gosto de sua essência ainda cobrindo sua garganta e seu cheiro secando em seu queixo e seios brancos e sedosos.